
Flores chegam agora,
em silente alarido de cores.
Trêfegas aladas,
igualmente coloridas,
buscam olores em louca festa.
Desvario....
Quem sabe também nascerias
dentro de mim,
tu que fazes florescer do negrume,
a vida das sementes,
por gladíolos e orquídeas
por gloxíneas
desvairadamente pintadas,
o cravo do amor
profundamente plantado?
Do casulo, arriscaria asas,
buscando de ti,
o perfume vermelho dos beijos
pois que, trânsfuga,
preciso florescer em tua boca.
em silente alarido de cores.
Trêfegas aladas,
igualmente coloridas,
buscam olores em louca festa.
Desvario....
Quem sabe também nascerias
dentro de mim,
tu que fazes florescer do negrume,
a vida das sementes,
por gladíolos e orquídeas
por gloxíneas
desvairadamente pintadas,
o cravo do amor
profundamente plantado?
Do casulo, arriscaria asas,
buscando de ti,
o perfume vermelho dos beijos
pois que, trânsfuga,
preciso florescer em tua boca.
Imagem: George Watts
5 comentários:
queria eu poder dançar com belas palavras que tu igualmente usa.
De uma sensibilidade ímpar, muito bom se deliciar com as flores assim como vc o faz. parabéns!
Mas como me parece que estive aqui antes e esse poema primaveril eu não li???
Saramar, espero que esteja melhor.
Um beijão
Saramar,
este lindo poema me parece mais leve, talvez inspirado pela chegada da primavera com sua louca festa colorida e repleta de novos odores.
Beijos. Carinho.
Lindo poema. Uma ótima tarde, Saramar.
Saramar, a primavera é a estação das novas esperanças, do renascer. Beijos floridos da Ursa :))
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