domingo, dezembro 11, 2005

No domingo



A festa foi tudo aquilo que eu esperava. Os Apolos (ai) todos lá e mais alguns novos. Lindos, perfeitos, malhados e ótimos jogadores de tênis. O vôlei foi decepcionante, mas quem deu importância a isso? Eu não. Nem vi a direção das bolas porque havia paisagens várias para observar, brancas, negras e até ruivas (ai, ai).
E, o melhor: na chuva da tarde, todos compartilhando as tendas do jardim, não havia crianças correndo, como no ano passado. Estavam todas na piscina, gritando como hunos. Ou seja, tudo perfeito.

Vivo me interrogando, sou meu personal detective. Mas, onde estão as respostas? Lupin, socorro.

Há coisa melhor que ouvir João Bosco? Se há, não descobri. Nem quero. Beleza demais mata. O ser humano tem um limite para suportar a beleza. Ultrapassando-o, julga-se um deus e, sendo assim, a beleza é morta. E o que somos sem ela?

A foto? Como às vezes acontece, não quer dizer nada. Só beleza.

5 comentários:

spersivo disse...

Beleza demais mata! Não te vejo e não te escuto! E detetive de mim mesmo é ótimo! Agora, meu bem, viver é muito melhor! Desperta Cinderela! S.

Palpiteira disse...

Saramar, chego a pensar que vc vive em outro planeta. E gostaria até de conhecê-lo. Deve ser maravilhoso viver onde há gente bonita. Meu mundo e os que conheço é repleto de gente feia.
Sortuda!
Beijo.

Palpiteira disse...

Corrigindo a frase: meu mundo e os que conheço SÂO repletos de gente feia. Ô pecado!

Jôka P. disse...

Não gosto de gente feia.
Ninguém gosta.
Não é vergonha feio.
Mas devia ser.

Os reles mortais acham que Deus está do lado deles.
Os belos sabem que Ele está.

bjs.

Anônimo disse...

Very nice site!
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