sábado, janeiro 07, 2006

Sábado


Parodiando o poeta, eu me sacudi toda, como um cão molhado, porque hoje é sábado.
Voltei para a felicidade, porque hoje é sabado.
E irei cantar à tarde toda em mais uma festa (ai, ai, delícia), porque hoje é sábado.
E ainda ontem, estava ganhando presentes de natal! Nunca vou deixar de ser criança neste sentido. Adoro ganhar presentes.
Comprei outro livro "Declínio e queda do Império Romano" do Gibbon. Estou com urticária para começar a lê-lo, mas há uns 30 na fila.
Fiquei comovida com a reação dos meus amigos ao post anterior. Mas, devo esclarecer que foi um momentâneo acesso de desalento provocado por antigas lembranças. Sou essencialmente feliz, quase sempre. Quem, por vezes, não tem uma recaída? Creio que, no meu caso, é o vazio deixado pela falta de amar. Como já disse em algum post perdido por aí, preciso me apaixonar, é como o ar. Por enquanto, estou sem esse alimento vital. Então, algumas dores emergem. Depois passam.

4 comentários:

Jôka P. disse...

Mas que acidente chato foi esse, garota ?
Tá engessada ? Imobilizada ?
E sua mãe, coitada, tomou um susto ?
Ela está ai com você ?
Tem acompanhante ?
Dá pra pular pela casa como um Saci Pererê ?
Está tomando anti-inflamatórios ? Vai ficar de molho quanto tempo ? Caramba, não deixa de dar notícias, agora que está blogueira full-time, tá ?
Beijos e não some !
JÔKA P.
:D

Vera disse...

Ainda bem Saramar, que é algo passageiro e você que gosta de ler, logo irá amar de novo. Estive aqui e deixo beijos para ti.

Silvio Vasconcellos disse...

Saramar, que poeta serias sem ter melancolia rimando com alegria??
Precisamos passar por provas e realimentar sentimentos a todo instante. Assim, perante o negro, fica mais claro o branco.

cilene disse...

entao que vc encontre um principe e fique terrivelmente apaixonada